>A IMPRECIOMANTE HISTORIA DE 3 JOVENS CORAJOSOS….

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  Daniel :3
 conta acerca da impressionante história de três corajosos jovens,



tementes a Deus, que, com perigo da própria vida, não cederam um milímetro que fosse, comprometendo a sua adoração a um outro deus que não o Deus Criador dos céus e da terra.


Recuperando um pouco esse relato, Nabucodonosor, rei de Babilónia, afrontando o aviso divino dado em Daniel 2 de que o seu reino passaria e outro lhe tomaria o lugar, deu ordem para se erigir uma gigantesca estátua de ouro com a sua figura, à qual, dado o sinal, todos se deveriam curvar em adoração. Pretendia ele assumir para si um poder que não tinha: perpetuar-se no poder, como senhor soberano do mundo, incluindo nações estrangeiras (verso 4); por isso, ele convocou todos quantos pode (v. 2-4) para se curvarem perante o símbolo dele mesmo.
E, dado o sinal, quase todos se curvaram. Quase, pois eis que os tais três bravos jovens decidiram não obedecer à ordem de Nabucodonosor, respeitando antes o segundo mandamento da Lei de Deus (veja Êxodo 20:3-5).
Hananias, Misael e Azarias, assim eles se chamavam, logo se destacaram, em pé entre a multidão curvada. Trazidos à presença do rei, foi-lhes concedida uma segunda oportunidade; como se mantiveram irredutíveis, a sentença foi proclamada: seriam atirados para dentro de um forno ardente.


Quero parar a história por aqui, para refletir num aspeto que, acredito, muitas vezes nos passa despercebido…
Estes três rapazes eram escravos que Aspenaz, chefe dos eunucos, trouxe de Jerusalém a mando de Nabucodonosor, para que servissem e fossem educados nas melhores escolas caldeias (Daniel 1:1-4).


Daí que faça a pergunta: foram eles os únicos israelitas que foram levados em cativeiro para Babilónia?
Não, não foram. Daniel 1 diz que, dos melhores foram levados ‘alguns dos filhos de Israel’ (v. 3) e que ‘entre eles se achavam, dos filhos de Judá, Daniel, Hananias, Misael e Azarias’ (v. 6) – logo, havia muitos outros israelitas que tinham feito parte dessa remessa de escravos.
Então, como lógica, surge outra pergunta: onde estavam e o que fizeram todos os outros, quando, na planície de Durã, a música tocou para que todos se prostrassem perante a estátua de Nabucodonosor?
Daniel 3:12-13 diz que Hananias, Misael e Azarias (no texto tratados pelos nomes Babilónicos) foram os únicos acusados de desrespeito à ordem e trazidos perante o rei. Logo, deduzimos que todos os outros habitantes do reino (incluindo os estrangeiros, como vimos) se curvaram em submissão perante a enorme imagem, em violação do mandamento de Deus! E isto, naturalmente, incluía todos os outros israelitas que estavam em Babilónia (Daniel não é mencionado neste caso; no entanto, pelo que vemos em Daniel 6, é de crer com toda a certeza que ele não se curvou à estátua. Poderia eventualmente estar ausente do país, mas por alguma razão que desconhecemos, o seu nome não é mencionado).
Repare que esses outros – a esmagadora maioria! – que se curvaram também eram israelitas; também eram da nação separada; também eram do povo escolhido. No entanto, perante a prova, sucumbiram, falhando em se manterem firmes ao Deus que conheciam.


E não é desculpa o fato de estarem em cativeiro, como escravos – os três que se mantiveram de pé, também eram. Somente tiveram a coragem de assumir a sua posição por Deus, mesmo em face da própria morte.
Para nós hoje, fica provado, portanto, que o simples pertencer à Igreja que Deus escolheu para ser a sua representante final, não é garantia de vitória em nome de Deus. Há que tomar decisões firmes e decididas para permanecer de pé quando a provação chegar!
Será que estamos com medo de dizer não ao mundo e suas figuras quando as pressões aumentam? Será que preferimos ceder ao que é aparentemente mais fácil em vez de, pela fé, tomarmos posição por Deus? Será que, sem nos apercebermos, nos vamos lentamente curvando perante as apelativas e atrativas imagens que nos são apresentadas? E, se fazemos isso hoje, quando ainda há liberdade, como nos comportaremos quando formos forçados?
Não sobre este assunto específico, mas aplicável, I Coríntios 10:11-12 dá o solene conselho: ‘ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos. Aquele, pois, que cuida estar em pé, olhe não caia’.

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This entry was posted on domingo, março 28th, 2010 at 11:10 and is filed under Sem categoria. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

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